quinta-feira, 31 de maio de 2012

QUE FIQUE BEM CLARO


PJ PASTORAL DA JUVENTUDE
A Pastoral da Juventude é a ação dos jovens como Igreja, unidos e organizados a partir dos Grupos de Jovens. É a juventude evangelizando outros jovens em comunhão com toda a Igreja.
A PJ não é apenas uma organização ou uma estrutura como alguns ainda pensam. Na verdade, os grupos de jovens são a base desta pastoral e é no grupo e pelo grupo que a PJ acontece.
Quando o grupo busca aprofundar e viver a fé, atuar na comunidade, descobrir como transformar a realidade e, junto com os demais grupos, ser evangelizador de outros jovens, já está sendo e fazendo Pastoral da Juventude.
HISTÓRIA
A história da PJ começa em 1973,ou até antes com a Ação Católica Especializada: JAC (Juventude Agrária Católica), JUC (Juventude Universitária Católica), JEC (Juventude Estudantil Católica) e JOC (Juventude Operária Católica). No final da década de 70 e no início dos anos 80 a Igreja vivia um período de grandes expectativas, pois os sínodos de Medellin e Puebla trouxeram novos ares para a ação pastoral com a opção concreta pelos pobres e pelos jovens.
Esta opção possibilitou ampliar o trabalho que vinha sendo desenvolvido com a juventude para a construção de uma proposta mais orgânica. Assim, a PJ inicia definindo como missão: Somos jovens, cristãos, católicos, organizados como ação da Igreja evangelizando outros Jovens, para que, capacitados, atuemos na própria Igreja e nos movimentos sociais visando a transformação da sociedade em todo o Brasil.
ORGANIZAÇÃO
As dioceses passaram então a organizar a evangelização dos jovens em pequenos grupos (entre 12 a 25 jovens) e/ou reconhecer os já existentes. Para melhor acompanhar a organização e formação dos jovens, iniciou-se a articulação de encontros nacionais com o propósito de melhorar a comunicação e proporcionar o intercâmbio e a sistematização de experiências.
Esses encontros, que depois se tornaram assembléias, foram momentos ricos de reflexão sobre o acompanhamento dos jovens para a vida em grupo. A partir dessas experiências, surgem os Seminários para Assessores, que serviram como laboratório e espaços de reflexões importantes como: o Processo de Formação na Fé, a Metodologia de Trabalho com Jovens, as Políticas Públicas de Juventude, o Planejamento da Ação Pastoral, a Missão, e tantas outras discussões.
ATUALMENTE
Nesta caminhada de 22 anos, a organização da PJ esteve sempre atenta aos gritos e necessidades das diferentes realidades juvenis e à sua forma de se organizar.
Assim, valorizou e incluiu novas experiências de trabalho com a juventude a partir de seu meio específico:
PJ Rural, PJ Estudantil e PJ do Meio Popular. Essa realidade lhe exigiu uma nova forma de se articular e se organizar, levando-a a reorganizar sua metodologia para chegar aos adolescentes e jovens. A PJ está organizada em todas as regiões e estados do Brasil, com cerca de trinta mil grupos de jovens. Sua organização é por regional, conforme a da CNBB, composta por 17 regionais.
Cada regional tem sua organização própria com sua Coordenação Regional e Comissão de Assessores. Muitos regionais têm sua secretaria e equipe executiva. CNPJ A Comissão Nacional da Pastoral da Juventude (CNPJ) - é composta por um representante de cada regional. Esta comissão tem o papel de ser articuladora, animadora e elo de ligação da PJ e regionais. É ela que pensa o projeto financeiro e encaminha as decisões da reunião ampliada, dos encontros nacionais e da Pastoral da Juventude do Brasil (PJB). Também delibera sobre questões gerais de comunicação e encontros.
PROJETOS DE FORMAÇÃO
A PJ, em fidelidade ao Plano Trienal da PJB e atenta aos clamores da juventude, organizou seu Plano Trienal em sua Ampliada de Salgado/ SE, em janeiro de 2005. Entre tantos desafios, a PJ elencou alguns a serem respondidos através de cinco projetos:
• A juventude quer viver.
• Ajuri: conhecendo a diversidade da juventude indígena, ribeirinha, rural e quilombola.
• Mística e Construção.
• Caminho de Esperança – formação de líderes e assessores/as.
Conheça melhor os projetos: www.pjnacional.rg3.net
PJ e MOVIMENTOS
Temos a tendência de ver a PJ como se fosse um movimento entre outros. Então, optamos por um ou outro, conforme a simpatia ou conveniência. Pastoral e Movimento, é bom esclarecer, não são a mesma coisa, e nem podem ser colocados no mesmo nível.
Pastoral é a ação oficial e coordenada da Igreja - especialmente da diocese - para acompanhar o povo de Deus nas suas diversas categorias e situações, daí a Pastoral da Juventude, da Criança, dos Enfermos e tantas que conhecemos.
Movimento é uma forma particular de associação de cristãos para se apoiarem mutuamente na vivência da fé e colaborarem na missão da Igreja. Enquanto as Pastorais estão ligadas diretamente à estrutura da Igreja nos vários níveis, os Movimentos têm organização autônoma e supra-diocesana.
Pastoral da Juventude é a ação da Igreja diocesana, concretizada nas paróquias e comunidades e articulada com as demais através da CNBB, articulando as forças vivas que trabalham na evangelização da juventude a partir de certos objetivos e princípios comuns.
Os Movimentos, enquanto uma dessas forças vivas, seriam parte, instrumentos da Pastoral da Juventude. Não haveria PJ e Movimentos, mas uma Pastoral da Juventude Orgânica que incluiria a todos, com unidade de princípios e coordenação, mas com diversidade de métodos, ações e organizações.
Trecho da reflexão do Pe. Florisvaldo Orlando
(in memoriam)

terça-feira, 29 de maio de 2012

SEM PUDOR, SEM MORAL, SEM VERGONHA!


      Pode até ser verdade o que estão falando do Lula, mas a origem da conversa é suspeita. A Revista Veja está na mira da CPI do Cachoeira, Gilmar Mendes, um juiz para lá de suspeito, um franco atirador e que tem seu nome ligado ao Senador Demóstenes, tem mais que criar notícias para se deslocar do foco. Quem pode acreditar que os desvarios do pobre ministro sejam verdade. Ele sabe que se a CPI quiser, vai descobrir se sua visita a Berlin coincidentemente com Demóstenes, saiu mesmo dos seus parcos recursos de magistrado ou se foi uma cortesia sem nenhum interesse do senador “justiceiro”.
Até se provar o contrário, com poder ou sem ele, Lula continuará sendo o homem de confiança do povo brasileiro. Se bem que quem se encosta-se a “pau de galinheiro” sempre sai sujo e ele andou se encostando bastante em alguns.
Esse cara, Lula teve oito anos para cometer as mesmas burrices que estes canastrões fazem com tanta maestria e não o fez. Não creio que agora, fora do furacão Brasília, se recuperando de um câncer vá querer se chafurdar no lamaçal, onde estes picaretas costumam se esbaldar. Como ninguém é santo, nem o Lula, pode até ser verdade tudo isso, mas até chegar nele, o ministro vai ter que se explicar muito bem, apesar de que ele sempre se achou acima do bem e do mal. A bem da verdade eu acho que ele, o ministro está querendo retaliar a Presidenta Dilma, pela sua coragem e ousadia de peitar os ruralistas e o agronegócio e vetar pontos do código florestal.
“Pau mandado” não tem voz ativa. Fala, mas não sustenta, pois nunca fala por si. E acho que esta é mais uma tentativa de desvio de foco. Niquem mais precisa sair desta berlinda que a Veja e os capachos cachoeiros.
Se não acabaram com Lula, quando ele era “nordestino”, “pobre”, “metalúrgico”, “analfabeto”, não será agora que ele é Luís Inácio Lula da Silva, Presidente do Brasil em dois mandatos, o governo com um índice recorde de aprovação, cidadão do mundo, uma das pessoas mais influentes do mundo que vão destruí-lo. Quem é Gilmar Mendes? Quem o conhece? Além de asneiras vazias, que outros discursos esse senhor já fez e que provocaram impacto? Quem lê a veja? Que alcance ela tem em nível de mundo?
Ele disse, ela publicou, Lula se indignou e o Brasil, consciente e maduro, fora alguns senadores de oposição completamente desesperados, não ligou.